E era tão grande a beleza dos morros das canas queimadas, tão altos, soberanos, que calou o homem pequenino que olhava-os encantado, tonto, fascinado. O barro tomava conta da estrada
marcada pelas rodas do trator. O homem não sabia se andava, se olhava. E na indecisão, o homem
planejava ser Deus, mas percebeu que era grão. Era um grão perto da criação exaltante dos morros e pediu socorro! Olhou em volta e viu céu e cana, a imensidão! E pisou o barro machucado pelas rodas inventadas pelos homens e sentiu-se perdido... Deus por castigo, mandou chuva...
o homem adoeceu e morreu. MAS RENASCEU ÀRVORE em cima do morro, brotando ramos verdes.
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário